domingo, 3 de junho de 2012


Inauguração do Supermercado Varejão em Campo Redondo

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Aconteceu neste domingo, dia 03 de junho a Inaguração do mais novo Supermercado Varejão em Campo Redondo, filial de Santa Cruz de propriedade de Eliene irmã de Cleide do Supermercado Araújo de Santa Cruz.
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Enem

Inscrições para a edição de 2012 estarão abertas até o dia 15 de junho

Segunda-feira, 28 de maio de 2012 - 11:08

Os candidatos a vagas na educação superior pública têm prazo até as 23h59 de 15 de junho próximo para fazer a inscrição na edição de 2012 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Feita apenas pela internet, a inscrição será confirmada após o pagamento da taxa, de R$ 35, até 20 de junho, por meio de guia de recolhimento da União (GRU) simples.

Aluno de escola pública que esteja concluindo o ensino médio e se declarar integrante de família de baixa renda está liberado do pagamento. O pedido de isenção deve ser feito no momento da inscrição, também pela internet.

As provas serão aplicadas em 3 e 4 de novembro, em todas as unidades da Federação, a partir das 13 horas (de Brasília). No primeiro dia, sábado, serão realizadas as provas de ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias, com duração de quatro horas e meia. No domingo, os estudantes terão cinco horas e meia para fazer as de matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias e a redação.

A divulgação do gabarito oficial, como estabelece o edital, está prevista para 7 de novembro. O resultado final do exame estará disponível para os estudantes a partir de 28 de dezembro.

Na página do Enem na internet o candidato pode fazer a inscrição e seguir, passo a passo, todo o procedimento e o calendário relativos ao exame.

Assessoria de Comunicação Social
Gostaria de responder ao leitor ANÔNIMO,se você estivesse se identificado eu postaria seu comentário, mais mesmo assim irei tentar te responder a Formação já está acontecendo em Caicó e sendo transmitida aos professores da Escola Estadual Dr. José Borges de Oliveira" PASSO A PASSO". Só é bom lembrar que cada profissional muda sua prática pedagógica se realmente desejar mudança, não serei eu no papel de COORDENADORA que irei mudar nenhum profissional nem metódos,atitudes,metodológia,práticas pedagógicas em fim tudo de necessário para inovar a sala de aula dos professores, pois serei mediadora desse conhecimento, mais pode ter certeza estou fazendo a minha parte, se desejar visite a escola pegue minhas anotações desde do inicio do ANO LETIVO.
Abraços e obrigada. 
 

Nossa sabedoria é a dos rios
Nossa sabedoria é a dos rios.
Não temos outra.
Persistir. Ir com os rios,
onda a onda.

Os peixes cruzarão nossos rostos vazios.
Intactos passaremos sob a correnteza
feita por nós e o nosso desespero.
Passaremos límpidos.

E nos moveremos,
rio dentro do rio,
corpo dentro do corpo,
como antigos veleiros.

Carlos Nejar
 Árvore do Mundo
(1977)
Sobre o autor


"No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha um
pedro
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha um
pedro no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra".

Derepente, eis que um Meteóro e dos grandes ,cai na minha frente, não tenho como evitá-lo , mem mesmo, fingir que não está ali, mas então ao observar melhor, percebo, que é mais que uma grande pedra no meu caminho, sim, tratasse de um valioso tesouro, e olho para o céu, e sorrindo, agradeço à ELE, por me dar o mais valioso presente, que perseguimos em nossa Vida : o AMOR !!!!!
PP M Lourdes L Mello


Guimarães Rosa

A Terceira Margem do Rio
Guimarães Rosa

Nosso pai era homem cumpridor, ordeiro, positivo; e sido assim desde mocinho e menino, pelo que testemunharam as diversas sensatas pessoas, quando indaguei a informação. Do que eu mesmo me alembro, ele não figurava mais estúrdio nem mais triste do que os outros, conhecidos nossos. Só quieto. Nossa mãe era quem regia, e que ralhava no diário com a gente — minha irmã, meu irmão e eu. Mas se deu que, certo dia, nosso pai mandou fazer para si uma canoa.

Era a sério. Encomendou a canoa especial, de pau de vinhático, pequena, mal com a tabuinha da popa, como para caber justo o remador. Mas teve de ser toda fabricada, escolhida forte e arqueada em rijo, própria para dever durar na água por uns vinte ou trinta anos. Nossa mãe jurou muito contra a idéia. Seria que, ele, que nessas artes não vadiava, se ia propor agora para pescarias e caçadas? Nosso pai nada não dizia. Nossa casa, no tempo, ainda era mais próxima do rio, obra de nem quarto de légua: o rio por aí se estendendo grande, fundo, calado que sempre. Largo, de não se poder ver a forma da outra beira. E esquecer não posso, do dia em que a canoa ficou pronta.

Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez a alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: — "Cê vai, ocê fique, você nunca volte!" Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: — "Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?" Ele só retornou o olhar em mim, e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo — a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa.

Nosso pai não voltou. Ele não tinha ido a nenhuma parte. Só executava a invenção de se permanecer naqueles espaços do rio, de meio a meio, sempre dentro da canoa, para dela não saltar, nunca mais. A estranheza dessa verdade deu para. estarrecer de todo a gente. Aquilo que não havia, acontecia. Os parentes, vizinhos e conhecidos nossos, se reuniram, tomaram juntamente conselho.

Nossa mãe, vergonhosa, se portou com muita cordura; por isso, todos pensaram de nosso pai a razão em que não queriam falar: doideira. Só uns achavam o entanto de poder também ser pagamento de promessa; ou que, nosso pai, quem sabe, por escrúpulo de estar com alguma feia doença, que seja, a lepra, se desertava para outra sina de existir, perto e longe de sua família dele. As vozes das notícias se dando pelas certas pessoas — passadores, moradores das beiras, até do afastado da outra banda — descrevendo que nosso pai nunca se surgia a tomar terra, em ponto nem canto, de dia nem de noite, da forma como cursava no rio, solto solitariamente. Então, pois, nossa mãe e os aparentados nossos, assentaram: que o mantimento que tivesse, ocultado na canoa, se gastava; e, ele, ou desembarcava e viajava s'embora, para jamais, o que ao menos se condizia mais correto, ou se arrependia, por uma vez, para casa.

No que num engano. Eu mesmo cumpria de trazer para ele, cada dia, um tanto de comida furtada: a idéia que senti, logo na primeira noite, quando o pessoal nosso experimentou de acender fogueiras em beirada do rio, enquanto que, no alumiado delas, se rezava e se chamava. Depois, no seguinte, apareci, com rapadura, broa de pão, cacho de bananas. Enxerguei nosso pai, no enfim de uma hora, tão custosa para sobrevir: só assim, ele no ao-longe, sentado no fundo da canoa, suspendida no liso do rio. Me viu, não remou para cá, não fez sinal. Mostrei o de comer, depositei num oco de pedra do barranco, a salvo de bicho mexer e a seco de chuva e orvalho. Isso, que fiz, e refiz, sempre, tempos a fora. Surpresa que mais tarde tive: que nossa mãe sabia desse meu encargo, só se encobrindo de não saber; ela mesma deixava, facilitado, sobra de coisas, para o meu conseguir. Nossa mãe muito não se demonstrava.

Mandou vir o tio nosso, irmão dela, para auxiliar na fazenda e nos negócios. Mandou vir o mestre, para nós, os meninos. Incumbiu ao padre que um dia se revestisse, em praia de margem, para esconjurar e clamar a nosso pai o 'dever de desistir da tristonha teima. De outra, por arranjo dela, para medo, vieram os dois soldados. Tudo o que não valeu de nada. Nosso pai passava ao largo, avistado ou diluso, cruzando na canoa, sem deixar ninguém se chegar à pega ou à fala. Mesmo quando foi, não faz muito, dos homens do jornal, que trouxeram a lancha e tencionavam tirar retrato dele, não venceram: nosso pai se desaparecia para a outra banda, aproava a canoa no brejão, de léguas, que há, por entre juncos e mato, e só ele conhecesse, a palmos, a escuridão, daquele.

A gente teve de se acostumar com aquilo. Às penas, que, com aquilo, a gente mesmo nunca se acostumou, em si, na verdade. Tiro por mim, que, no que queria, e no que não queria, só com nosso pai me achava: assunto que jogava para trás meus pensamentos. O severo que era, de não se entender, de maneira nenhuma, como ele agüentava. De dia e de noite, com sol ou aguaceiros, calor, sereno, e nas friagens terríveis de meio-do-ano, sem arrumo, só com o chapéu velho na cabeça, por todas as semanas, e meses, e os anos — sem fazer conta do se-ir do viver. Não pojava em nenhuma das duas beiras, nem nas ilhas e croas do rio, não pisou mais em chão nem capim. Por certo, ao menos, que, para dormir seu tanto, ele fizesse amarração da canoa, em alguma ponta-de-ilha, no esconso. Mas não armava um foguinho em praia, nem dispunha de sua luz feita, nunca mais riscou um fósforo. O que consumia de comer, era só um quase; mesmo do que a gente depositava, no entre as raízes da gameleira, ou na lapinha de pedra do barranco, ele recolhia pouco, nem o bastável. Não adoecia? E a constante força dos braços, para ter tento na canoa, resistido, mesmo na demasia das enchentes, no subimento, aí quando no lanço da correnteza enorme do rio tudo rola o perigoso, aqueles corpos de bichos mortos e paus-de-árvore descendo — de espanto de esbarro. E nunca falou mais palavra, com pessoa alguma. Nós, também, não falávamos mais nele. Só se pensava. Não, de nosso pai não se podia ter esquecimento; e, se, por um pouco, a gente fazia que esquecia, era só para se despertar de novo, de repente, com a memória, no passo de outros sobressaltos.

Minha irmã se casou; nossa mãe não quis festa. A gente imaginava nele, quando se comia uma comida mais gostosa; assim como, no gasalhado da noite, no desamparo dessas noites de muita chuva, fria, forte, nosso pai só com a mão e uma cabaça para ir esvaziando a canoa da água do temporal. Às vezes, algum conhecido nosso achava que eu ia ficando mais parecido com nosso pai. Mas eu sabia que ele agora virara cabeludo, barbudo, de unhas grandes, mal e magro, ficado preto de sol e dos pêlos, com o aspecto de bicho, conforme quase nu, mesmo dispondo das peças de roupas que a gente de tempos em tempos fornecia.

Nem queria saber de nós; não tinha afeto? Mas, por afeto mesmo, de respeito, sempre que às vezes me louvavam, por causa de algum meu bom procedimento, eu falava: — "Foi pai que um dia me ensinou a fazer assim..."; o que não era o certo, exato; mas, que era mentira por verdade. Sendo que, se ele não se lembrava mais, nem queria saber da gente, por que, então, não subia ou descia o rio, para outras paragens, longe, no não-encontrável? Só ele soubesse. Mas minha irmã teve menino, ela mesma entestou que queria mostrar para ele o neto. Viemos, todos, no barranco, foi num dia bonito, minha irmã de vestido branco, que tinha sido o do casamento, ela erguia nos braços a criancinha, o marido dela segurou, para defender os dois, o guarda-sol. A gente chamou, esperou. Nosso pai não apareceu. Minha irmã chorou, nós todos aí choramos, abraçados.

Minha irmã se mudou, com o marido, para longe daqui. Meu irmão resolveu e se foi, para uma cidade. Os tempos mudavam, no devagar depressa dos tempos. Nossa mãe terminou indo também, de uma vez, residir com minha irmã, ela estava envelhecida. Eu fiquei aqui, de resto. Eu nunca podia querer me casar. Eu permaneci, com as bagagens da vida. Nosso pai carecia de mim, eu sei — na vagação, no rio no ermo — sem dar razão de seu feito. Seja que, quando eu quis mesmo saber, e firme indaguei, me diz-que-disseram: que constava que nosso pai, alguma vez, tivesse revelado a explicação, ao homem que para ele aprontara a canoa. Mas, agora, esse homem já tinha morrido, ninguém soubesse, fizesse recordação, de nada mais. Só as falsas conversas, sem senso, como por ocasião, no começo, na vinda das primeiras cheias do rio, com chuvas que não estiavam, todos temeram o fim-do-mundo, diziam: que nosso pai fosse o avisado que nem Noé, que, por tanto, a canoa ele tinha antecipado; pois agora me entrelembro. Meu pai, eu não podia malsinar. E apontavam já em mim uns primeiros cabelos brancos.

Sou homem de tristes palavras. De que era que eu tinha tanta, tanta culpa? Se o meu pai, sempre fazendo ausência: e o rio-rio-rio, o rio — pondo perpétuo. Eu sofria já o começo de velhice — esta vida era só o demoramento. Eu mesmo tinha achaques, ânsias, cá de baixo, cansaços, perrenguice de reumatismo. E ele? Por quê? Devia de padecer demais. De tão idoso, não ia, mais dia menos dia, fraquejar do vigor, deixar que a canoa emborcasse, ou que bubuiasse sem pulso, na levada do rio, para se despenhar horas abaixo, em tororoma e no tombo da cachoeira, brava, com o fervimento e morte. Apertava o coração. Ele estava lá, sem a minha tranqüilidade. Sou o culpado do que nem sei, de dor em aberto, no meu foro. Soubesse — se as coisas fossem outras. E fui tomando idéia.

Sem fazer véspera. Sou doido? Não. Na nossa casa, a palavra doido não se falava, nunca mais se falou, os anos todos, não se condenava ninguém de doido. Ninguém é doido. Ou, então, todos. Só fiz, que fui lá. Com um lenço, para o aceno ser mais. Eu estava muito no meu sentido. Esperei. Ao por fim, ele apareceu, aí e lá, o vulto. Estava ali, sentado à popa. Estava ali, de grito. Chamei, umas quantas vezes. E falei, o que me urgia, jurado e declarado, tive que reforçar a voz: — "Pai, o senhor está velho, já fez o seu tanto... Agora, o senhor vem, não carece mais... O senhor vem, e eu, agora mesmo, quando que seja, a ambas vontades, eu tomo o seu lugar, do senhor, na canoa!..." E, assim dizendo, meu coração bateu no compasso do mais certo.

Ele me escutou. Ficou em pé. Manejou remo n'água, proava para cá, concordado. E eu tremi, profundo, de repente: porque, antes, ele tinha levantado o braço e feito um saudar de gesto — o primeiro, depois de tamanhos anos decorridos! E eu não podia... Por pavor, arrepiados os cabelos, corri, fugi, me tirei de lá, num procedimento desatinado. Porquanto que ele me pareceu vir: da parte de além. E estou pedindo, pedindo, pedindo um perdão.

Sofri o grave frio dos medos, adoeci. Sei que ninguém soube mais dele. Sou homem, depois desse falimento? Sou o que não foi, o que vai ficar calado. Sei que agora é tarde, e temo abreviar com a vida, nos rasos do mundo. Mas, então, ao menos, que, no artigo da morte, peguem em mim, e me depositem também numa canoinha de nada, nessa água que não pára, de longas beiras: e, eu, rio abaixo, rio a fora, rio a dentro — o rio.

Texto extraído do livro "Primeiras Estórias", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1988, pág. 32, cuja compra e leitura recomendamos.

Tudo sobre o autor e sua obra em "
Biografias".

sexta-feira, 4 de maio de 2012

1º ENCONTRO NO0 DIA 3 DE ABRIL/2012

FORMAÇÃO PARA COORDENADORES PEDAGÓGICOS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO.
PÚBLICO ALVO: PROFESSORES DO 1º AO 5º ANO E TÉCNICOS DAS DIREDES.
COORDENADORA: D'ARQUINHA
TEMA: CAMINIHOS PARA RESSIGNIFICAÇÃO DE SABERES E FAZERES EM LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA

OBJETIVO: FORTALECER A AÇÃO PEDAGÓGICA DESENVOLVIDA POR COORDENADORES E TÉCNICOS PEDAGÓGICOS JUNTO AOS PROFESSORES NAS ÁREAS DE LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTALNDIÇÃO DE GARANTIR AS APRENDIZAGENS DOS ALUNOS.


LOCAL DE REALIZAÇÃO POLO III - SEDE CAICÓ/RN

PROGRAMA~ÇÃO

1º ENCONTRO
1. A reestruturação do ensino Fundamental frente aos desafios do século XXI.

. O Ensino Fundamental de 09 anos e sua base legal.

2. O novo Projeto Pedagógico e sua organização curricular.

terça-feira, 24 de abril de 2012


UFRN 2013: ABERTO PERÍODO PARA SOLICITAR ISENÇÃO DE TAXA


A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) começou nesta segunda-feira, 23 de abril, a receber pedidos de isenção da taxa de inscrição do Vestibular 2013. As solicitações podem ser feitas até 21 de maio, pelo site da Comperve/UFRN.
A isenção de taxa pode ser solicitada pelos candidatos que cursaram do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e o ensino médio em escolas da rede pública ou no Conselho Nacional da Assistência Social e/ou Estadual e Municipal, como filantrópicas. No caso do ensino médio, também se encaixam os estudantes que estão no último ano.
Quem conseguiu isenção de taxa no Vestibular 2012 e não efetuou a inscrição ou faltou a uma das provas não poderá solicitar o benefício novamente. O número de isenções da taxa de inscrição será definido pelo Conselho de Administração da UFRN.
Depois de enviar eletronicamente o formulário de inscrição, os solicitantes precisam imprimir o comprovante e o requerimento de isenção, para enviá-los junto com os documentos listados noEdital de Isenção, até 22 de maio. Os documentos devem ser entregues na sede Comperve, das 7h30 às 11h30 ou das 13h30 às 17h30, ou enviados pelos Correios, com Aviso de Recebimento, para o seguinte endereço:
Comissão Permanente para o Vestibular (COMPERVE/UFRN)
BR-101, Campus Universitário, Lagoa Nova
Natal/RN, CEP: 59078-970
O resultado dos pedidos de isenção de taxa do Vestibular 2013 será divulgado a partir do dia 09 de julho. A UFRN ainda não informou quando serão abertas as inscrições.
Enem
Na semana passada, a UFRN decidiu que a partir do Vestibular 2013 metade das vagas dos cursos de graduação será preenchida pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU), que utilizará as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2012). A intenção é aderir integralmente ao SiSU a partir do Vestibular 2014.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Confira no mapa a BR-104

No mapa é possível ver o trecho da BR-104 que será federalizado, sendo o mesmo de Currais Novos/RN até o entroncamento com a PB-137, a poucos quilômetros da cidade de Barra de Santa Rosa, na Paraíba.

O trecho irá beneficiar a população do Trairi, com a construção da rodovia que liga Campo Redondo a Coronel Ezequiel, que também irá interligar com a cidade de Jaçanã.

Confira no mapa:


Trairi pode ganhar mais um rodovia

O que mais o Trairi necessita é de rodovias que aumentem a malha viária da região, que necessita usar com frequência a BR-226.

Mas a CCJ aprovou em caráter conclusivo o Projeto de Lei 7185/10, do deputado Luiz Couto (PT-PB), que federaliza trechos de estradas paraibanas e potiguares.

Esse projeto federaliza a BR-104, entre os municípios de Barra de Santa Rota/PB e Campo Redondo/RN. A federalização do trecho segue até a Currais Novos, no entroncamento com a BR-427, que liga Currais novos a Acari.

A federalização desse trecho irá interligar os municípios de Campo Redondo, Coronel Ezequiel e Jaçanã. Além disso, a rodovia também será mais uma rota para a Paraíba, evitando assim que caminhões de grande porte e transporte de cargas trafeguem pelo conturbado trânsito de Santa Cruz.

A iniciativa irá beneficiar mais de 100 mil habitantes, com a federalização de 88 km de rodovia federal. O relator na CCJ, deputado Odair Cunha (PT-MG), foi favorável à aprovação.

Foto da BR-104 atualmente

terça-feira, 17 de abril de 2012

RELAÇÃO DOS ALUNOS DA E.E.DR.JOSÉ BORGES DE OLIVEIRA CONTEMPLADOS COM A ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO DO PROITEC/2012.

1. ABMAEL ANDERTON DE LIMA
2. ALANA RAVENA ALVES DOS SANTOS
3. ALCYLAY IZA SILVA OLIVEIRA
4. ALICIA REGIANNE BEZERRA DE LIMA
5. CLEITON CORTEZ REINALDO
6. DANIEL GUEDES BARBOSA
7. DANIEL PEREIRA DE ARAUJO
8. DENISE CORTES DANTAS
9. DENISE SOARES DE ARAÚJO
10. EDUARDA DA SILVA ROCHA
11. EDUARDA RAVENA DA SILVA
12. ELIC JOSÉ VASCO DE LIRA
13. GABRIEL DANTAS MAIA

14. GISLAINE LAIANE CAMPELO GALVÃO
15. IARA FRANCIKELLE DA COSTA ROCHA

16. IGOR LEONARDO DA SILVA PINHEIRO
17. ISA CARLA LIMA AMORIM
18. JAINE DA SILVA SANTOS
19. JÉSSICA MILENA LIRA SILVA
20. JHONATAS ISRAEL DA COSTA LAURENTINO
21. JULIANE AMORIM BEZERRA
22. JÚLIO CÉSAR GOMES CORTES
23. JUSSIÊ DOS SANTOS LIMA
24. LARISSA AVILA DA SILVA
25. LAURA SHERON DA SILVA MARTINS
26. MARCOS ANTÔNIO CAMPELO PENHA
27. MARIA JOSÉ DE MELO BORGES
28. MARIA LUANA BATISTA DE LIMA
29. MIKAELA DAYLA DAMIÃO REINALDO
30. MILLENA RIVÂNIA BRILHANTE CAMPELO
31. MIRIAM DE ALCANTARA DA SILVA
32. NATALIA TAIZ FERREIRA DA SILVA
33. RAFAEL GUEDES DE LIMA
34. RAIANE LINHARES ARAUJO
35. RAVANNA SOARES DE ARAÚJO
36. RENATO CORTEZ DE ARAÚJO
37. ROBERTA JULIANA DE LIMA SILVA
38. ROBSON PENHA RODRIGUES
39. SÍLVIO RICARDO TAVARES NEVES
40. TAIZE GALDINO DA COSTA

PARABÉNS PROFESSORES QUE IRÃO FAZER GRADUAÇÃO/SUCESSO PARA VOCÊS.


NOME: MARIA ZELIA DANTAS DA SILVA
POLO: CURRAIS NOVOS
CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA (LICENCIATURA)

NOME: FRANCISCO DANIEL DE MEDEIROS
POLO: CURRAIS NOVOS
CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA (LICENCIATURA)

NOME: ANA LUCIA DE OLIVEIRA
POLO: CURRAIS NOVOS
CURSO: PEDAGOGIA (LICENCIATURA)

NOME: MARIA ELBA DE SOUZA

POLO: CURRAIS NOVOS
CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA (LICENCIATURA)

NOME: IVANUEL VALENTIM DA SILVA

POLO: CURRAIS NOVOS
CURSO: PEDAGOGIA (LICENCIATURA)

NOME: JOSE ERINALDO DA SILVA ARAUJO
POLO: CURRAIS NOVOS
CURSO: PEDAGOGIA (LICENCIATURA)

NOME: MEIRISON FERNANDES DE FARIAS
POLO
: CURRAIS NOVOS
CURSO
: MATEMÁTICA (LICENCIATURA)

NOME: ROSEANE IDALINA DA SILVA RANGEL
POLO
: CURRAIS NOVOS
CURSO
: EDUCAÇÃO FÍSICA (LICENCIATURA)


PARABÉNS PROFESSORA DADÁ DA ESCOLA E.PROFESSORA MARIA ARIOENE DE SOUZA PELA SUA APOSENTADORIA.


SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS

RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA 831, DE 29 DE MARÇO DE 2012

O SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS, no uso da atribuição que lhe é conferida pelo artigo 1º, inciso III, do Decreto 11.519, de 24.11.92, e tendo em vista o que consta do Processo nº. 142692/2011-9-SEEC,

RESOLVE conceder Aposentadoria Voluntária por Tempo de Contribuição, com proventos integrais, a MARIA DAS DORES DA SILVA, no cargo de Professor PN-III, Classe “E”, matrícula 78.243-2/1, 30 (trinta) horas semanais, do Quadro Geral de Pessoal do Estado - Secretaria de Estado da Educação e de Cultura - SEEC, nos termos dos artigos 6º, incisos I a IV e 7º da Emenda Constitucional 41/2003, combinado com o artigo 2º da Emenda Constitucional 47/2005 e o §5° do artigo 40 da Constituição Federal, com redação da Emenda Constitucional 20/98, com as seguintes vantagens:

25% (vinte e cinco por cento) de Adicional por Tempo de Serviço, de acordo com o artigo 29, §4º, inciso I da Constituição Estadual, combinado com o artigo 75, parágrafo único da Lei Complementar 122/94;

1/4 (um quarto) de Remuneração Pecuniária, conforme o artigo 54, da Lei Complementar 49/86 e suas alterações posteriores, transformado em valor pecuniário fixado nos termos da Lei Complementar 203/2001;

Gratificação Por Curso, à razão de 10% (dez por cento), de acordo com o artigo 61, inciso IV da Lei Complementar 049/86, transformada em valor pecuniário pela Lei Complementar 203/2001.

PUBLIQUE-SE.

ANTÔNIO ALBER DA NÓBREGA

SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS

terça-feira, 10 de abril de 2012

PARABÉNS PARA A PROFESSORA TICA/ PELA SUA APOSENTADORIA.

SECRETARIA DE ESTADO DA
ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS
RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 719, DE 22 DE
MARÇO DE 2012
O SECRETÁRIO DE ESTADO DA
ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS, no uso da atribuição que lhe é conferida
pelo artigo 1º, inciso III, do Decreto nº 11.519, de
24.11.92, e tendo em vista o que consta do processo nº
114786/2011-5-SEEC,
RESOLVE conceder Aposentadoria
Voluntária por Tempo de Contribuição, com proventos integrais, a FRANCISCA DE
OLIVEIRA SOUZA JOVENTINO
, no cargo de Professor PN-I, classe “D”, matrícula
nº 100.096-9/1,30 (trinta) horas semanais, do Quadro
Geral de Pessoal do Estado - Secretaria de Estado da Educação e da Cultura -
SEEC, nos termos dos artigos 6º, incisos I a IV e 7º da Emenda Constitucional
nº 41/2003, combinado o artigo 2º da Emenda
Constitucional nº. 47/2005 e o §5º do artigo 40 da Constituição Federal, com
redação dada pela Emenda Constitucional 20/98, com as seguintes vantagens:
25% (vinte e cinco por cento) de
Adicional por Tempo de Serviço, de acordo com o artigo 29, §4º, inciso I da
Constituição Estadual, combinado com o artigo 75, parágrafo único da Lei
Complementar nº 122/94;
Gratificação Por Curso, à razão
de 10% (dez por cento), de acordo com o artigo 61, inciso IV da Lei Complementar
nº 049/86, transformada em valor pecuniário pela Lei
Complementar nº 203/2001.
PUBLIQUE-SE.
ANTÔNIO ALBER DA NÓBREGA
SECRETÁRIO DE ESTADO DA
ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS

sábado, 7 de abril de 2012

PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO

Mais Educação

Programa deve dobrar presença nas escolas públicas este ano

Quinta-feira, 05 de abril de 2012 - 17:38
O Programa Mais Educação já é uma realidade para 2,8 milhões de estudantes em todo o
Brasil. Até 15 de abril, escolas e secretarias municipais e estaduais de educação pré-
selecionadas podem fazer a adesão no portal do MEC. O Mais Educação foi lançado
em 2008 e hoje está em 15 mil escolas públicas. Este ano, a meta é incluir mais 15
mil escolas, sendo 5 mil da zona rural.

As escolas que integram o programa passam a adotar jornada diária com no mínimo
sete horas. Entre os 10 macrocampos de conhecimento oferecidos pelo programa, a
escola pode escolher seis, sendo um deles obrigatório, que é o acompanhamento
pedagógico. Em geral, as escolas escolhem uma atividade educativa complementar
na área de artes e cultura ou esportes.

“Nós não queremos ampliar o tempo das crianças da escola para que outros saberes
povoem a vida delas e encubram o não aprendizado daquilo que é fundamental,
que é o aprendizado da leitura, da escrita, de cálculos”, ressalta Jaqueline Moll,
diretora de currículos e integração integral da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC.

Podem fazer a adesão as escolas que atendam estudantes de famílias de maior
vulnerabilidade social e estejam na lista das pré-selecionadas pelo MEC. A adesão
é feita na internet pelo Sistema de Informações Integradas de Planejamento,
Orçamento e Finanças do MEC (Simec).

Vantagens – O Mais Educação é realidade desde 2009 na Escola Estadual de Ensino
Fundamental e Médio Ruth Rosita de Nazaré Gonzales, em Belém, no Pará. Duas
vezes por semana, os alunos têm três horas a mais de atividades na escola,
incluindo acompanhamento pedagógico em matemática e português.

Estudantes das universidades estadual e federal do Pará são responsáveis
pelas aulas de reforço, orientadas pelos professores regulares. “O Mais Educação
trouxe grandes vantagens para a escola, como por exemplo, mais recursos pedagógicos.
E já observamos melhoria no processo de ensino-aprendizagem, com menos repetência
e redução da evasão escolar”, afirma a diretora Márcia Ruiz. Entre as atividades extras,
há aulas de futebol, de coral e de banda escolar.

“Estamos vivendo o trânsito de uma educação centrada em turnos para uma educação
de dia inteiro, que é o modelo de países que tanto admiramos. É preciso pensar em um
tempo alargado de permanência das crianças na escola como um legado do país para as
próximas gerações ”, afirma Jaqueline Moll.

Rovênia Amorim

Ouça a diretora Jaqueline Moll sobre o Programa Mais Educação

MERCADANTE QUER OLIMPÍADA INTERNACIONAL DO CONHECIMENTO NO BRASIL.

Mercadante quer Olimpíada Internacional do Conhecimento no Brasil

O Ministério da Educação (MEC) quer organizar para 2013 uma Olimpíada do Conhecimento. O intuito do ministro Aloizio Mercadante é “fortalecer o movimento”, caracterizado, nos últimos anos, pela multiplicação das competições escolares pelo país que testam o conhecimento dos alunos em diversas áreas: português, matemática, biologia, geografia, química, história e até astronomia. A ideia do governo agora é unificar as duas competições organizadas pela pasta – a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e a Olimpíada da Língua Portuguesa – adicionando conteúdos de ciência.

O projeto de Mercadante é, a partir da experiência da Olimpíada do Conhecimento, organizar, no Brasil, uma competição internacional para estudantes de diferentes países. A ideia é que a primeira edição do projeto ocorra em 2016, paralela às Olimpíadas do Rio de Janeiro.
“O melhor da herança olímpica que nós podemos deixar para as futuras gerações é exatamente esse espírito olímpico ligado ao conhecimento e ao esporte”, defendeu o ministro.
Na avaliação do MEC, as olimpíadas têm impacto positivo na aprendizagem. As inscrições para edição 2012 da OBMEP terminaram na última semana com um recorde de inscritos: 46 mil escolas e 19,2 milhões de alunos participantes.
De acordo com o ministro, como as competições têm metodologias diferentes, será necessário organizar um grupo de trabalho para unificar os eventos, inclusive os calendários. Para a olimpíada de ciências, o MEC deverá fechar uma parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), além do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Agência Brasil

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